.jpg)
Infelizmente a realidade do sistema penitenciário em grande parte do Brasil, pouco auxilia na realibilitação de detentos e detentas. Não é o caso de reintegrá-los à sociedade, pois dela, ainda que com direitos limitados, não deixaram de fazer parte. Trata-se de uma readaptação para que se integrem com os demais sob um aspecto comportamental, moral e, até mesmo espiritual que ainda não conseguimos enxergar porque talvez nossos olhos estejam cegos pela sede de uma justiça artificial, (como tudo o que é obra do homem.). O que temos é um fato que envolve pessoas e amor; ou a falta dele. A sentença final é o que menos interessa , pois sem o sincero arrependimento, a justiça dos homens é ineficaz porque atinge, mas não modifica os vícios e as virtudes inerentes ao que é humano. Se mataram aquela criança, que esse homem e essa mulher tenham seu arrependimento e consigam evoluir com condições para que se tornem seres melhores do que hoje são. Isso vale para cada um de nós. Onde existe consciência, não há espaço para crime.
F.M.

Olá, estou desenvolvendo um trabalho sobre ética na escola versus ética familiar, e li seu comentário pelo google. Discordo de você, não acredito que as penitenciárias sejam um espaço de reabilitação, pois o que se chama de reabilitação é um processo demorado e trabalhoso, que depende totalmente da força de vontade do individuo. Uma vez que ele apresente uma índole não-empatica ele dificilmente se colocará como voluntário de uma suposta habilitação que a penitenciária possa oferecer. Nós sabemos que na prática ela não oferece mesmo nenhuma, só que imaginar que o sujeito por si mesmo pensar seu erro de um ponto de vista de uma moralidade global é improvável. Ele vai lamentar estar preso, mas não vai lamentar o crime, justamente porque é a prisão que lhe causa um sofrimento, e não a consciência de ter assassinado uma criança. um abraço.
ResponderExcluir